O fisioterapeuta Marco Antônio da Silva, do Nova Cidade, recebeu a pena mínima de uma partida por ter sido expulso e xingar o árbitro na partida do clube contra o Univassouras Artsul, pela Série B1 Sub-20, no dia 13 de maio.
O membro da comissão técnica do Quero-Quero foi apenado, por unanimidade, pela 6ª Comissão Disciplinar Regional do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro no Artigo 258 parágrafo 2º, Inciso II do CBJD (desrespeitar os membros da equipe de arbitragem ou reclamar de forma acintosa e desrespeitosa contra suas decisões).
O fisioterapeuta foi representado pelo Dr. Marcos Veloso, que admitiu que o denunciado passou do ponto na reclamação.
“Realmente, ele falou palavras de baixo calão, mas foi no calor da partida e, às vezes, a gente passa do ponto. No futebol, se fala essas palavras. Vem se mudando isso, mas a cultura do esporte ainda é assim. Porém, o mesmo já tomou um puxão de orelha pelo clube, para não voltar a repetir tal atitude”, revelou o advogado, que pediu a pena mínima para Marco Antônio.
O júri atendeu aos apelos da defesa e aplicou somente uma partida ao fisioterapeuta.
Jogador é absolvido
No mesmo julgamento, o atleta Guilherme, também no Nova Cidade, foi absolvido no art. 254 parágrafo 1º inc. II do CBJD (praticar jogada violenta), por sua expulsão após levar o segundo cartão amarelo em uma entrada temerária no adversário, na mesma partida.
O denunciado também foi defendido pelo Dr. Marcos Veloso, que minimizou a falta do jogador no oponente.
“Foi uma entrada simples. Uma disputa de bola imprudente, mas sem dolo e sem querer machucar o adversário. Não houve gravidade”, frisou o advogado, sendo atendido pela 6ª CDR, que inocentou o atleta, por unanimidade.